Lula vota em SP e diz que atos visavam a defesa de “conquistas” do povo

Luiz Inácio Lula da Silva votou em São Bernardo do Campo (SP) em 25 de outubro de 2026, no segundo turno da eleição presidencial. Após votar, o candidato do PT à reeleição afirmou que os atos dos últimos dias expressaram a defesa de conquistas do povo.

Em entrevista coletiva, Lula disse que nunca havia visto manifestações como as do segundo turno e mencionou a participação de mulheres, homens e jovens. Ele também declarou que, se vencer, deverá o resultado ao povo brasileiro.

A votação ocorreu na Escola Estadual Dr. João Firmino Correia de Araújo, em São Bernardo do Campo, cidade que o relato identifica como berço político do candidato. Lula estava acompanhado de Fernando Haddad, Marina Silva, Simone Tebet e da primeira-dama, Janja Silva.

Lula vota em São Bernardo do Campo

Geraldo Alckmin, candidato a vice na chapa, também acompanhou a votação e disse ter confiança na vitória do presidente. A disputa do segundo turno era com Flávio Bolsonaro, do PL.

Voto de Lula em São Bernardo do Campo

Na manhã de 25 de outubro de 2026, Lula vota em São Bernardo do Campo, conforme o registro da agenda eleitoral. A votação ocorreu durante o segundo turno da disputa presidencial.

Depois de votar, Lula afirmou que era gratificante para alguém com sua origem tentar chegar a um quarto mandato na Presidência. A declaração relacionou sua trajetória pessoal à candidatura à reeleição.

O candidato também disse que o povo sempre foi generoso com ele. Lula fez o comentário em uma coletiva de imprensa após a votação.

Declarações sobre os atos e a disputa presidencial

Ao comentar a mobilização do segundo turno, Lula mencionou ter 50 anos de vida política. Disse que participou de todas as campanhas presidenciais desde 1989 e da campanha das Diretas Já.

Lula afirmou que os atos não foram organizados por partido ou sindicato e tampouco por ele ou por Geraldo Alckmin. Segundo o candidato, pessoas foram às ruas para defender conquistas do povo.

O petista descreveu mulheres, homens e jovens como participantes de manifestações em defesa da democracia. Ele também declarou que, caso vença a eleição contra Flávio Bolsonaro, deverá o resultado ao povo brasileiro.

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