Luiz Inácio Lula da Silva votou em 25 de outubro de 2026, em São Bernardo do Campo (SP), e afirmou que o Brasil “não vai eleger um mentiroso”, em referência a Flávio Bolsonaro (PL), segundo a Reuters.
Durante entrevista a jornalistas, o presidente agradeceu à mobilização popular registrada nas ruas nas semanas anteriores à votação. Lula tenta a reeleição para um quarto mandato não consecutivo.
A votação ocorreu em uma escola no ABC Paulista, região ligada à trajetória política do Partido dos Trabalhadores (PT). Lula estava acompanhado da primeira-dama, Janja Lula da Silva, do vice-presidente Geraldo Alckmin e dos ex-ministros Fernando Haddad, Marina Silva e Simone Tebet.

Na conversa com jornalistas, Lula também comparou propostas para as escolas e a compra de armas, criticou o adversário e defendeu o respeito ao resultado eleitoral. Ele ainda repudiou episódios de violência política registrados nos dias anteriores.
Lula vota no ABC Paulista e agradece à mobilização popular
Ao agradecer aos apoiadores, Lula afirmou que a generosidade, o carinho e o amor demonstrados pelo povo eram impossíveis de retribuir. O presidente disse que seria eternamente grato à forma como as pessoas se comportaram durante a campanha.
A frase “Lula vota em São Bernardo do Campo” resume o episódio que antecedeu essa manifestação pública. Em entrevista a jornalistas, o presidente relacionou sua gratidão à mobilização popular observada nas ruas nas semanas anteriores.
O agradecimento foi uma das declarações feitas por Lula após votar. Ele destacou o acolhimento recebido, sem apresentar uma medida ou promessa específica em troca desse apoio.
Críticas a Flávio Bolsonaro e defesa do respeito ao resultado eleitoral
Ao comparar propostas, Lula contrapôs a distribuição de livros didáticos nas escolas à possibilidade de compra de armas. A declaração apresentou a escolha eleitoral como uma diferença entre essas duas alternativas.
O presidente também afirmou que seu adversário trabalhava para atender a interesses dos Estados Unidos. Na mesma entrevista, disse disputar a eleição contra “um cidadão chamado mentira” e declarou que Flávio Bolsonaro não seria capaz de dizer a verdade.
Lula defendeu que o resultado das eleições fosse respeitado e repudiou os casos de violência política registrados no país nos dias anteriores à votação. As duas posições foram apresentadas durante a conversa com jornalistas, junto às críticas dirigidas ao senador do PL.


